sexta-feira, 22 de setembro de 2017

O esplendor do outono



«Exultai, filhos de Sião,
alegrai-vos no Senhor, vosso Deus,
porque Ele há-de mandar-vos
as chuvas do Outono no devido tempo
e fará cair sobre vós chuvas copiosas,
as chuvas do outono e da primavera,
como no princípio.
As eiras se encherão de trigo,
e os lagares transbordarão de vinho e azeite.» (Joel 2, 23-24)

«O outono é hoje de outro mundo. Imprime
uma luz que diríamos abstrata.
Do que subtrai é que ilumina. O timbre
é de um desfasamento que consagra
a cesura, que entrega o imprevisível
sem o vínculo algébrico das tábuas.» (Fernando Echevarría)

Li aqui 

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

«Portugal Católico. A beleza na diversidade» - uma obra de referência



«Os diretores do projeto ´Portugal Católico´ afirmaram em declarações à Agência ECCLESIA que a obra “não é uma prova de vida”, mas de “intensa vitalidade” da Igreja Católica em Portugal, numa “visão complexa” e “multicolor”.
‘Portugal Católico – A beleza na diversidade’ é uma obra com 800 páginas que reúne 204 artigos sobre as expressões, projetos e dinamismos do catolicismo em Portugal, escrito por 190 autores de diferentes sensibilidades, com direção de José Carlos Seabra Pereira, diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, e José Eduardo Franco, historiador.»

Fonte: Ecclesia

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Dar o salto em busca de novos conhecimentos


“As pessoas maiores de 21 anos, interessadas em celebrar os Sacramentos de Iniciação Cristã (Batismo, Eucaristia e Crisma), devem inscrever-se no Cartório Paroquial. A formação terá a duração de dois anos.” Este foi um aviso lido nas Eucaristias do último fim de semana e publicado no blogue da paróquia. Foi oportuno e merece, por isso, o nosso destaque, pois se reveste de enorme interesse para quem pretende celebrar os sacramentos da iniciação cristã, mas também para quem deseja aprender ou aprofundar conhecimentos relacionados com a cultura geral, onde cabe, perfeitamente, a religião e a abertura ao transcendente.
Na minha vida, tenho deparado com muita gente que aborda assuntos religiosos, com críticas, acusações e afirmações de muito mau gosto, mostrando à saciedade uma ignorância atroz. São adultos que falam de temas religiosos com base apenas na catequese de infância, mostrando que nada têm lido ou aprendido nos atos de culto, se é que neles participam. Urge, portanto, dar o salto em busca de novos conhecimentos.

Fernando Martins

sábado, 16 de setembro de 2017

Informações Paroquiais de 17 a 24 de setembro de 2017


1 – Domingo, dia 17, realiza-se a Festa em Honra de Nossa Senhora dos Navegantes, com a tradicional procissão pela ria, que terá início na Igreja da Cale da Vila, às 14:00 Horas e seguirá pela ria até ao Forte da Barra onde será celebrada a Eucaristia às 16:30, junto à Capela de Nossa Senhora dos Navegantes. Apela-se à participação da Irmandade, dos Escuteiros e Movimentos da Paróquia.

2 – Em virtude dos trabalhos pastorais do arciprestado, segunda e terça-feira não haverá Eucaristia das 19:00 Horas na Igreja Matriz, nem atendimento de Cartório por parte dos Sacerdotes. 


3– No próximo Sábado, dia 23 de Setembro, será a apresentação da Catequese:

1º Ano – 11:00 Horas; 7º Ano – 15:00 Horas;
2º Ano – 10:30; 8º Ano – 15:30;
3º Ano – 10:00 Horas; 9º Ano – 16:00 Horas;
4º Ano – 09:30; 10º Ano – 16:30;
5º Ano – 14:00 Horas; 11º e 12º Anos – 17:00 Horas;
6º Ano – 14:30;

Os encontros realizam-se no Auditório Mãe do Redentor, na Igreja Matriz. Estes horários encontram-se afixados no placar no átrio da Igreja.
 
4 – As pessoas maiores de 21 anos, interessadas em celebrar os Sacramentos de Iniciação Cristã (Batismo, Eucaristia e Crisma) devem inscrever-se no Cartório Paroquial. A formação terá uma duração de dois anos.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Faleceu D. António Francisco, antigo Bispo de Aveiro


D. António Francisco dos Santos faleceu no dia 11 de setembro, aos 69 anos, na Casa Episcopal da Diocese do Porto. O Bispo do Porto sentiu-se mal de manhã, ainda chamou o INEM, mas morreu às 9h30, de ataque cardíaco. A emergência médica ainda esteve no Paço Episcopal, mas não conseguiu salvar aquele que foi bispo de Aveiro, de 2006 a 2014. O funeral realizou-se no dia 13 de setembro, na Catedral do Porto. Na Sé de Aveiro, D. António Moiteiro presidirá a uma missa de sétimo dia na segunda-feira, 18 de setembro, às 19h.
D. António Francisco foi ordenado bispo no dia 19 de março de 2005, na Sé de Lamego, para ser auxiliar na arquidiocese de Braga. Foi nomeado Bispo de Aveiro no dia 21 de setembro de 2006, tendo entrado solenemente na diocese no dia 8 de dezembro do mesmo ano. No dia 21 de fevereiro de 2014 foi nomeado Bispo do Porto, sucedendo a D. Manuel Clemente, e tomou posse a 5 de abril do mesmo ano.
O falecido bispo era natural de Tendais (29 de agosto de 1948), no concelho de Cinfães (Diocese de Lamego) e foi ordenado padre em dezembro de 1972.
Na Conferência Episcopal Portuguesa, ocupava atualmente o cargo de presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana e de vogal da Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé.

“Junto de Deus, intercede
pelas dioceses que serviu”

D. António Moiteiro, reagindo à morte do seu antecessor, afirmou que “era um homem que pela fé acreditava na bondade do ser humano e que pela mesma fé manifestava muitas qualidades pessoais. Era muito amigo, muito próximo, muito inteligente. Sabia encontrar em cada pessoa um amigo e a todos correspondia com respeito e amizade”. O atual bispo de Aveiro realça que D. António Francisco deixou na diocese “marcas muito fortes de trabalho, amizade, proximidade, à maneira do Bom Pastor”.
Encontrando-me na peregrinação diocesana a Compostela quando a sua morte se tornou notícia, D. António Moiteiro constatou nos peregrinos a “consternação que se instalou entre todos, sinal da amizade e dos seus modos de ser pastor à maneira de Cristo com que marcou a Diocese de Aveiro”.
“Com fé na ressurreição, cremos que ele está agora junto de Deus e que intercede pelas comunidades e dioceses que serviu”, concluiu o Bispo de Aveiro.

Nota: Texto publicado no "Timoneiro" de setembro

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Catequese Paroquial — Informação aos pais

Igreja matriz da Gafanha da Nazaré

No Próximo dia 23,  
vai decorrer a apresentação da Catequese, 
por anos, nos seguintes horários

1.º Ano - 11:00 Horas;
2.º Ano - 10:30 Horas;
3.º Ano - 10:00 Horas;
4.º Ano - 09:30 Horas;
5.º Ano - 14:00 Horas;
6.º Ano - 14:30 Horas;
7.º Ano - 15:00 Horas;
8.º Ano - 15:30 Horas;
9.º Ano - 16:00 Horas;
10.º Ano - 16:30 Horas;
11.º Ano - 17:00 Horas;
12.º Ano - 17:00 Horas;

No dia 25 de setembro, vai iniciar-se a Catequese, com a apresentação dos catequizandos, nas Eucaristias, pela seguinte ordem:

Dia 30 setembro – Apresentação dos catequizandos do 7.º ao 12.º ano à Comunidade, na Eucaristia das 19h;

Dia 01 de outubro – Apresentação dos catequizandos à Comunidade, do 1.º ao 3.º ano, na Eucaristia das 10h, e do 4.º ao 6.º ano, na Eucaristia das 11h15.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Escuteiros da Póvoa do Varzim estiveram entre nós

Os escuteiros aprendem coisas 
que não aprendem em casa







O Agrupamento n.º 38 do CNE (Corpo Nacional de Escutas) da Matriz da Póvoa do Varzim esteve na Gafanha da Nazaré, mais concretamente no Centro de Recursos Mãe do Redentor, tendo participado na Eucaristia de sábado, pelas 19h, na nossa igreja paroquial. A secção de Exploradores (dos 10 aos 14 anos) vivenciou uma atividade denominada passagem, já que alguns vão entrar, automaticamente, no próximo ano escutista, com início em outubro, na secção dos Pioneiros.
O chefe Donato Teixeira disse-nos que esta ação escutista representa uma mudança de lenço, passando do verde para o azul, o que corresponde a atividades adequadas a jovens com mais de 14 anos. E sobre o porquê de terem vindo para a nossa terra, adiantou-nos que isso se ficou a dever às boas relações existentes entre o Agrupamento n.º 38 e o Agrupamento n.º 588 da  paróquia de Nossa Senhora da Nazaré.
O Agrupamento n.º 588 esteve na Páscoa, Domingo de Ramos, na Póvoa do Varzim, onde a chefe Fátima Simões lhes lançou o convite para visitarem a nossa região, num gesto de reciprocidade habitual entre escuteiros. «E cá estivemos nesta terra muito bonita; sendo esta uma boa forma de podermos ver coisas diferentes», disse.
O chefe desta atividade garantiu-nos que apreciaram sobremaneira «a hospitalidade das pessoas» e o «acolhimento de braços abertos da chefe Fátima Simões». E acrescentou: «Fomos visitar o Museu Marítimo de Ílhavo e o Navio-museu Santo André; também apreciámos a Mata da Gafanha com os seus pinheiros.» «É que, na nossa região, só há eucaliptos; não estraguem a esta mata», frisou.
Donato Teixeira salientou «o espírito de camaradagem e de entreajuda, no sentido de que o mais velho ajuda o mais novo, e o respeito pela natureza», regras cultivadas no escutismo. No fundo, referiu o chefe, os escuteiros aprendem nestas atividades «muitas coisas que não aprendem em casa, onde bastantes passam a vida a ver televisão».
Fátima Simões lembrou que a presença entre nós dos exploradores da Póvoa do Varzim resultou da vontade deles nos visitarem. E referiu: «Há dois anos fui contatada para dar guarida a um grupo de escuteiros da Póvoa do Varzim, este mesmo que agora esteve entre nós; iniciámos aí uma aproximação que promove, entre agrupamentos, trocas de saberes e de experiências úteis a todos.» Disse ainda que na Póvoa do Varzim «fomos muito… muito bem tratados».

Fernando Martins

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Georgino Rocha — A Alegria do Casal no dia-a-dia

VIVER A ALIANÇA REFEITA
A ALEGRIA DO CASAL NO DIA-A-DIA


“Só quem não conhece a fragilidade humana, designadamente na relação conjugal, é que se admira do número crescente de divórcios e separações entre os recasados ou situações similares”, diz-me um colega versado na pastoral familiar, em tom de leve censura a quem vem a público mostrar a sua estranheza. Sinto-me atingido também e apresento-lhe algumas razões subjacentes a este facto.

Lembro a experiência inicial da relação, certamente feliz, o sonho lindo de que essa experiência seja definitiva, a capacidade de superar divergências de opinião, a paciência adquirida com a tolerância de momento, a abertura ao outro e ao seu bem maior, a geração e educação dos filhos, quando os há, as expectativas dos pais, a promessa de amor mútuo feita no registo civil e o selo sacramental da celebração na Igreja e a aprendizagem de saber lidar com o insucesso ocorrente.

À medida que ia enumerando factores positivos, dava conta que o meu amigo se distanciava psicologicamente de mim, chegando mesmo a interromper-me e a mostrar outras razões. Traz à conversa a fragilidade de toda a opção humana, especialmente quando envolve a decisão livre de outra pessoa, a verdade do casamento assente no conhecimento consciente do que está em causa, a instabilidade emocional fomentada pelo ambiente sociocultural e profissional, a precariedade da aliança assumida, para não mencionar, diz-me, o significado do matrimónio cristão como casar na Igreja que nos faz testemunhas singulares do amor de Deus. E conclui: Sem aptidão comprovada para realizar actos humanos, não existe a verdade do casamento, ainda que se realizem cerimónias de “partir” o coração e os amigos vibrem de alegria.

domingo, 10 de setembro de 2017

Tolentino Mendonça — "O pequeno caminho das grandes perguntas"

Um livro para ser lido 
com os olhos e a alma postos 
em novos horizontes 



«Talvez tenhamos arrumado demasiado depressa a religião no lado das respostas – e esquecido as grandes perguntas que ela nunca deixou de nos dirigir», sublinha a sinopse, que se refere ao vice-reitor da Universidade Católica como «um dos mais importantes ensaístas portugueses de hoje – um pensador com grande experiência de escuta dos outros».

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sexta-feira, 8 de setembro de 2017

A paróquia da Gafanha da Nazaré está na blogosfera



A nossa paróquia saltou os muros do adro da igreja e da área matriz da sua razão de ser, a Gafanha da Nazaré, para se projetar no mundo. O propósito é compreensível, já que há gafanhões nem sempre disponíveis para participarem no dia a dia da paróquia, mas também há muitos outros, um pouco por todo o mundo, lutando por uma vida melhor. Acresce uma outra razão, que se apoia na realidade concreta de haver um sem-número de lusodescendentes que nunca ou raramente visitaram esta terra das suas origens, por estarem, decerto, plenamente integrados nas comunidades dos países onde nasceram. O blogue tem por título “Paróquia Nossa Senhora da Nazaré” (https://paroquianossasenhoranazare.blogspot.pt/) e apresenta-se como uma comunidade atenta aos sinais dos tempos. E é neste pressuposto que pretende viver, num espírito de abertura aos seus paroquianos e ao mundo em geral. 
Presentemente, ainda está em construção e assim permanecerá, porque assume fugir à estagnação, desejando que os nossos paroquianos, de perto e de longe, se disponham a colaborar, enviando notícias com fotos, partilhando ideias, sentimentos e emoções, onde todos se possam rever. 
Na abertura do blogue, o nosso prior, Padre César Fernandes, afirmou que pretendemos levar a todos os gafanhões a Boa Nova de Jesus, residentes na comunidade ou emigrados, na certeza de que, deste modo, poderemos criar laços de proximidade e fraternidade, que hão de conduzir-nos a um mundo mais cristão e mais solidário.

Fernando Martins

Informações Paroquiais de 10 a 17 de Setembro de 2017



1 – Reunião geral para todos os Catequistas, terça-feira, às 21:00 Horas, no Auditório Priores da Gafanha da Nazaré.

2 – No próximo Domingo, dia 17 de Setembro, realiza-se a Festa em Honra de Nossa Senhora dos Navegantes, com a tradicional procissão pela ria, que terá início na Igreja da Cale da Vila, às 14:00 Horas e seguirá pela ria até ao Forte da Barra onde será celebrada a Eucaristia às 16:30, junto à Capela de Nossa Senhora dos Navegantes. Apela-se à participação das Irmandades, dos Escuteiros e Movimentos da Paróquia.

3 – Este ano, foi a Irmandade que organizou a Festa em Honra da Padroeira. Festa simples e humilde mas digna. Depois de saldadas todas as despesas, houve um saldo positivo de quatro mil e quarenta e cinco euros e setenta e seis cêntimos que entregou como dádiva à Paróquia. Queremos aqui deixar uma palavra de gratidão à Junta de Freguesia, a todos os paroquianos que colaboraram e à Irmandade pelo empenho e dedicação. A todos um bem-haja.

4 – As pessoas maiores de 21 anos, interessadas em celebrar os Sacramentos de Iniciação Cristã (Batismo, Eucaristia e Crisma) devem inscrever-se no Cartório Paroquial. A formação terá uma duração de dois anos.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

CATEQUESE: 10 recomendações para os pais



1. Assim como precisamos da família e da sociedade para fazer nascer os filhos e ajudá-los a crescer, formar-se e ter um projeto de vida, também precisamos da Igreja, para que eles, renascidos pelo Batismo, cresçam na fé e a pratiquem.

2. Não nos bastamos a nós próprios na educação dos filhos, seja nos assuntos civis, seja na fé. Mesmo se a família é a primeira educadora, há muitos docentes na sociedade e, na paróquia, há os catequistas. Não são substitutos, mas colaboradores na educação.

3. A Catequese não é um «ensino» de segunda categoria, nem avulso ou desorganizado. É uma educação da fé, com um programa definido por idades e catecismos adequados. As faltas à Catequese quebram a sequência normal da descoberta e do caminho da fé.

4. Na catequese não se pretende ter bons alunos. Não é como tirar um curso. A catequese ajuda a formar discípulos de Jesus Cristo, que O seguem e imitam, em comunidade.

5. A Catequese não é o primeiro compromisso dos cristãos. Amar a Deus sobre todas as coisas – participando na Eucaristia, por exemplo – e ao próximo, como a si mesmo, é que resumem toda a vida cristã.

6. A Catequese não substitui as aulas de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), nem o contrário. Porque a Catequese não é uma aula, é um encontro com Jesus Cristo.

7. A preocupação de pais, catequistas, párocos, não há de ser que os catequizandos saibam muitas coisas. Mas que saboreiam a alegria de conhecerem Deus e de serem cristãos. Isso acontece quando experimentam a maravilha de terem Deus Pai como criador e sustentador da vida, Jesus Cristo como Salvador, o Espírito Santo como o que ajuda a  entrar em relação com Deus e com o próximo pela oração e pela ação.

8. Não exigir nem proibir aos filhos o que não se é capaz de lhes dar. E aceitar de bom grado ser ensinados por eles, porque a vida e o saber progridem.

9. Não  impor nem proibir aos filhos o que não se é capaz de fazer. E aceitar que eles tomem a iniciativa de aderir a programas e atividades em que são felizes.


10. Jamais cederemos à tentação de “mandar” os filhos à Catequese. O testemunho é a primeira forma de evangelização. Desse modo, eles aceitarão melhor a proposta dos ideais e valores cristãos.

Fonte: ver aqui

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Dia Internacional da Caridade é «um desafio» e «uma provocação»



Celebra-se hoje o Dia Internacional da Caridade (DIC), quando é suposto aceitar e defender que a caridade deve enformar o nosso viver, de crentes e não crentes. A caridade é, realmente, ou deve ser, sinónimo de amor, de dádiva sem esperar recompensa, de entrega sem limites, de compreensão, de atenção aos outros, de disponibilidade para servir sem aceitar ser servido.
Há quem menospreze este conceito, chamando-lhe “caridadezinha”, pregando que é preferível praticar a justiça social, lutar por políticas que levem à erradicação da pobreza, do desemprego, da falta de habitação, etc. etc. Tudo isso é bom, tudo isso é válido, tudo isso é necessário, tudo isso é digno do nosso envolvimento, mas a caridade terá sempre o seu lugar, o seu espaço, a sua oportunidade, enquanto esses valores não atingirem o seu auge. E não há imensos ricos carecidos de amor, de atenção, de ajuda, no sentido de se tornarem mais partícipes na mudança, rumo a uma sociedade mais fraterna e mais humana? 
O DIC foi instituído pela ONU – Organização das Nações Unidas em 2012, para todos assinalarmos, anualmente, em 5 de setembro, a morte de Madre Teresa de Calcutá, em 1997.
O diretor do Secretariado Nacional da Pastoral Social da Igreja Católica, em Portugal, padre José Manuel Pereira de Almeida, afirma que o DIC, celebrado hoje, é uma proposta e “provocação” para “todo o cidadão de todos os países, crentes ou não crentes”.

Ler mais aqui

domingo, 3 de setembro de 2017

Pedro Sacristão — Um exemplo a seguir



Há pessoas que nos marcam e nos servem de exemplo. O Pedro Sacristão é uma dessas pessoas com quem nos cruzamos nas cerimónias religiosas e na vida da Gafanha da Nazaré. Hoje, encontrei-o a vender bolos confecionados por si, à porta da igreja matriz, antes da missa das 10h30. Já o tinha visto noutras alturas, no mesmo local, mas desta vez resolvi interpelá-lo para ficar a conhecer a razão do seu negócio. 
O Pedro esclareceu-me, com a simpatia habitual que lhe enche o rosto de sorriso franco e gargalhada fácil, que neste domingo, nas missas das 8h e 10h30, na matriz, e 9h, na Cale da Vila, já vendeu 62 bolos, tantos quantos fez em sua casa. É ele quem amassa a farinha com água e demais ingredientes que citou, escondendo, porém, um deles, que é o seu segredo, como fez questão de sublinhar. Tanto quanto sei, o seu forno trabalha que se farta, normalmente em prol da comunidade paroquial. E a receita destina-se ao próximo Cortejo dos Reis, que se realizará em janeiro, segundo a tradição.
O Pedro Sacristão, como gosta de ser tratado, faz estas fornadas de 15 em 15 dias, mas alertou que da próxima vez não haverá bolos, por ser a festa da Senhora dos Navegantes, no Forte da Barra, lugar da nossa paróquia e freguesia. 
Na curta conversa que mantivemos, o Pedro referiu que não faz bolos todas as semanas para dar a oportunidade a outras organizações da comunidade de fazerem o mesmo, mas também para o pessoal «não enjoar e ficar com mais apetite».  Cá por casa, que o provámos neste domingo, agradou a todos. Era fofo, macio, saboroso e doce quanto baste. E custou apenas dois euros. 
Penso que este exemplo de dedicação à Igreja e à comunidade paroquial está bem patente no trabalho e nas iniciativas do Pedro, razão por que tudo isto sublinho, hoje e aqui, na esperança de que venha a ter seguidores. 
Parabéns, meu caro Pedro.

Fernando Martins

Georgino Rocha — MISERICÓRDIA FAZ-SE VISITA


REVISITAR O SANTUÁRIO. 
REVER OS CRITÉRIOS DA CONSCIÊNCIA

Para ser proveitosa, a visita ao santuário da consciência precisa de um guia sábio e prudente, que se deixe iluminar pelo são humanismo e pelo Evangelho de Jesus, e disponha de critérios pautados pela lucidez e pelo bom senso. Há muitos felizmente. Mas nem sempre acessíveis e atraentes.
O discernimento exige que a consciência seja periodicamente revisitada com amor à verdade que liberta. Pode assim ir crescendo para a maturidade desejada. Ajuda neste exercício – como as sandálias a Moisés quando caminhava para ver “a sarça ardente” (Ex 3, 5) – recorrer a um guia, tipo de GPS: o acompanhamento espiritual ou “direcção” e o chamado exame de consciência. São meios habitualmente indispensáveis. O Papa Francisco insiste nesta necessidade e oferece frequentemente pistas acessíveis. Sirva de exemplo o livrinho que fez distribuir na Praça de São Pedro na Quaresma de 2015.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Informações Paroquiais de 3 a 10 de Setembro de 2017


1. – Domingo, dia 3, reunião do Apostolado da Oração, às 16:00 Horas, na Biblioteca da Igreja Matriz.

2 – Todos os catequizandos que vão frequentar a catequese, do 2º ao 12º ano, terão de fazer a sua renovação de matrícula, no Cartório Paroquial.

3 – Lembramos os pais e encarregados de educação das crianças que este ano entram na Escola Primária e ainda não fizeram a inscrição para a catequese, que o podem fazer no Cartório Paroquial até ao dia 08 de Setembro.

4 – O movimento de Schoenstatt está a organizar um jantar de despedida ao Padre Carlos Alberto, no dia 09 de Setembro, às 20:00 Horas na Casa José Engling. As inscrições são no Santuário de Schoenstatt ou no Cartório Paroquial até esgotar os lugares.